Tradução da Sura A Caverna em البرتغالية de الترجمة البرتغالية
Verse 1
Surat Al-Kahf(1). Louvor a Allah, Que fez descer sobre Seu servo o Livro, e nele não pôs tortuosidade(2) alguma!
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(1) Al Kahf; a caverna. Assim se denomina esta sura, pois os versículos 9, 10, II, 16, 17 e 25 fazem menção desta palavra. Aparte principal da sura é a narração de histórias, tais como a dos Companheiros da Caverna; a dos Proprietários dos Dois Jardins; a sucinta alusão à história de Adão e IblTs; a de Moisés e o sábio Al Khidr; e, finalmente, a história de Zul Qamain. Assim sendo, esta sura é quase, totalmente, constituída de diversas narrativas, de modo que 71 dos 110 versos se compõem delas. O restante, ou são comentários acerca dessas histórias, ou menção de cenas sobre a vida eterna. Quanto ao tema essencial da sura, ao qual se prendem os vários assuntos, é a reavaliação da crença e da maneira de pensar, assim como dos valores assentados nesta crença. (2) Ou seja, o Alcorão é isento de contradições e erros.
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(1) Al Kahf; a caverna. Assim se denomina esta sura, pois os versículos 9, 10, II, 16, 17 e 25 fazem menção desta palavra. Aparte principal da sura é a narração de histórias, tais como a dos Companheiros da Caverna; a dos Proprietários dos Dois Jardins; a sucinta alusão à história de Adão e IblTs; a de Moisés e o sábio Al Khidr; e, finalmente, a história de Zul Qamain. Assim sendo, esta sura é quase, totalmente, constituída de diversas narrativas, de modo que 71 dos 110 versos se compõem delas. O restante, ou são comentários acerca dessas histórias, ou menção de cenas sobre a vida eterna. Quanto ao tema essencial da sura, ao qual se prendem os vários assuntos, é a reavaliação da crença e da maneira de pensar, assim como dos valores assentados nesta crença. (2) Ou seja, o Alcorão é isento de contradições e erros.
Verse 2
Fê-lo reto, para advertir os descrentes de veemente suplício de Sua parte, e alvissarar os crentes, que fazem as boas obras, que terão belo prêmio.
Verse 3
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Nele permanecendo para todo o sempre.
Verse 4
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E para admoestar os que dizem: "Allah tomou para Si um filho"
Verse 5
Nem eles nem seus pais têm ciência disso. Grave palavra a que sai de suas bocas! Não dizem senão mentiras!
Verse 6
E talvez, Muhammad, te mates de pesar, após a partida deles se não crêem nesta Mensagem.
Verse 7
Por certo, fizemos do que há sobre a terra ornamento para ela, a fim de pôr à prova qual deles(1) é melhor em obras.
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(1) Deles: dos homens.
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(1) Deles: dos homens.
Verse 8
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E, por certo, faremos do que há sobre ela superfície árida.
Verse 9
Supões que os Companheiros da Caverna(1) e do Ar-Raqim(2) sejam, entre nossos sinais, algo de admiração?
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(1) Náo se sabe, ao certo, quem eram estes Companheiros da Caravana nem quando ou onde se protegeram de provável perseguição. Tudo o que o Alcorão diz é que eram jovens crentes, foragidos de uma sociedade repressora, a fim de poderem preservar a crença. Do que se deduz que, possivelmente, se tratava de vítimas de perseguições religiosas, e, no estudo destas perseguições religiosas, relatadas pela História, chegamos a algumas que parecem encaixar-se neste quadro. A primeira hipótese se prenderia à perseguição ocorrida ao tempo do rei seiêucida Antíoco IV, Epifano (175 - 164 "C.Xque, ao apoderar-se do reino sírio, e sendo profundo admirador da civilização helénica, impôs aos judeus da Palestina - dominada, na época, pelos sírios - a religião grega e a anulação do judaísmo. Daí concluir-se que os Companheiros da Caverna eram judeus refugiados de Jerusalém, onde habitavam. Seu despertar dataria, então, de 126 d.C., ou seja, 445 anos antes do nascimento do Profeta Muhammad. A Segunda hipótese se ligaria à perseguição ocorrida no reinado do imperador romano Adriano (117 a 138 d.C.), que, da mesma forma que Antíoco, perseguiu os judeus. Em 13 d.C., os judeus, rebelando- se contra o Império Romano, expulsaram da Palestiana as legiões romanas e apoderaram-se de Jerusalém, que dominaram por três anos. Foi, depois disso, que Adriano, com seu exército, invadiu a Palestina e pôs fim à soberania dos judeus, retomando Jerusalém e extinguindo o judaísmo com a morte de seus líderes e a escravidão de seu povo. Novamente, a História comprova que estes Companheiros eram judeus e provavelmente habitavam Jerusalém. Seu despertar, então, haveria ocorrido cerca de 435 d.C., ou 135 antes do nascimento do Profeta. A maioria dos exegetas, entretanto, aponta a primeira hipótese como a mais congruente com o episódio do Alcorão. (2) Este nome foi interpretado de vários modos. Dizem uns que se tratava de uma tábua, onde foram escritos os nomes dos Companheiros da Caverna; ou, como preferem outros, o nome do cão destes; outros, ainda, dizem ser o nome do vale, em que se achava a Caverna, ou o nome da montante ou da aldeia.
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(1) Náo se sabe, ao certo, quem eram estes Companheiros da Caravana nem quando ou onde se protegeram de provável perseguição. Tudo o que o Alcorão diz é que eram jovens crentes, foragidos de uma sociedade repressora, a fim de poderem preservar a crença. Do que se deduz que, possivelmente, se tratava de vítimas de perseguições religiosas, e, no estudo destas perseguições religiosas, relatadas pela História, chegamos a algumas que parecem encaixar-se neste quadro. A primeira hipótese se prenderia à perseguição ocorrida ao tempo do rei seiêucida Antíoco IV, Epifano (175 - 164 "C.Xque, ao apoderar-se do reino sírio, e sendo profundo admirador da civilização helénica, impôs aos judeus da Palestina - dominada, na época, pelos sírios - a religião grega e a anulação do judaísmo. Daí concluir-se que os Companheiros da Caverna eram judeus refugiados de Jerusalém, onde habitavam. Seu despertar dataria, então, de 126 d.C., ou seja, 445 anos antes do nascimento do Profeta Muhammad. A Segunda hipótese se ligaria à perseguição ocorrida no reinado do imperador romano Adriano (117 a 138 d.C.), que, da mesma forma que Antíoco, perseguiu os judeus. Em 13 d.C., os judeus, rebelando- se contra o Império Romano, expulsaram da Palestiana as legiões romanas e apoderaram-se de Jerusalém, que dominaram por três anos. Foi, depois disso, que Adriano, com seu exército, invadiu a Palestina e pôs fim à soberania dos judeus, retomando Jerusalém e extinguindo o judaísmo com a morte de seus líderes e a escravidão de seu povo. Novamente, a História comprova que estes Companheiros eram judeus e provavelmente habitavam Jerusalém. Seu despertar, então, haveria ocorrido cerca de 435 d.C., ou 135 antes do nascimento do Profeta. A maioria dos exegetas, entretanto, aponta a primeira hipótese como a mais congruente com o episódio do Alcorão. (2) Este nome foi interpretado de vários modos. Dizem uns que se tratava de uma tábua, onde foram escritos os nomes dos Companheiros da Caverna; ou, como preferem outros, o nome do cão destes; outros, ainda, dizem ser o nome do vale, em que se achava a Caverna, ou o nome da montante ou da aldeia.
Verse 10
Quando os jovens se abrigaram na Caverna, e disseram: "Senhor nosso! Concede-nos misericórdia de Tua parte e, para nós, dispõe retidão, em tudo o que nos concerna."(1)
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(1) Assim o fizeram, para preservarem a Crença e se protegerem contra os que, entre seu povo, queriam levá-los à apostasia.
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(1) Assim o fizeram, para preservarem a Crença e se protegerem contra os que, entre seu povo, queriam levá-los à apostasia.
Verse 11
Então, na Caverna, estendemo-lhes um véu sobre os ouvidos(1) durante vários anos.
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(4) Estender um véu sobre os ouvidos: selar os ouvidos com a surdez proveniente de sono profundo, do qual nem um grande ruido poderia fazê-los despertar.
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(4) Estender um véu sobre os ouvidos: selar os ouvidos com a surdez proveniente de sono profundo, do qual nem um grande ruido poderia fazê-los despertar.
Verse 12
Em seguida, despertamo-los, para saber qual dos dois partidos(1) enumerava melhor o tempo, em que lá permaneceram.
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(1) Dois partidos: trata-se ou de dois grupos dos Companheiros, que divergiram, acerca da duração de sua permanência, na Caverna; ou de dois grupos de habitantes da cidade, que, ao lado de fora da Caverna, testemunharam o despertar dos Companheiros.
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(1) Dois partidos: trata-se ou de dois grupos dos Companheiros, que divergiram, acerca da duração de sua permanência, na Caverna; ou de dois grupos de habitantes da cidade, que, ao lado de fora da Caverna, testemunharam o despertar dos Companheiros.
Verse 13
Nós te narramos sua história, com a verdade. Por certo, eles eram jovens, que criam em seu Senhor e aos quais acrescentamos orientação.
Verse 14
E revigoramo-lhes os corações, quando se levantaram e disseram: "Nosso Senhor é O Senhor dos céus e da terra. Não invocamos, além dEle, deus algum: com efeito, nesse caso, estaríamos dizendo um cúmulo de blasfêmia."
Verse 15
"Este nosso povo tomou, além dEle, outros deuses. Que façam vir, a respeito desses, uma evidente comprovação! Quem mais injusto, pois, que aquele que forja mentiras acerca de Allah?"
Verse 16
E disseram uns aos outros: "Quando vos houverdes apartado deles e do que adoram, em vez de Allah, então, abrigai-vos na Caverna, vosso Senhor espargirá, sobre vós, algo de Sua misericórdia e, para vós, disporá apoio, em vossa condição"
Verse 17
E tu haverias visto o sol, quando se levanta, declinar de sua caverna, pela direita, e, quando se punha, desviar-se deles(1) pela esquerda, enquanto que eles se achavam em um espaço dela. Isso é um dos sinais de Allah. Aquele, a quem Allah guia, é o guiado. E para aquele, a quem descaminha, não lhe encontrarás protetor, conselheiro.(2)
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(1) Deles; dos Companheiros da Caverna. (2) Embora estes Companheiros estivessem em um lugar espaçoso na entrada da Caverna, o sol jamais os molestou, nem no nascente nem no poente, o que significava que eles estavam na proteção de Deus.
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(1) Deles; dos Companheiros da Caverna. (2) Embora estes Companheiros estivessem em um lugar espaçoso na entrada da Caverna, o sol jamais os molestou, nem no nascente nem no poente, o que significava que eles estavam na proteção de Deus.
Verse 18
E tu os suporias despertos, enquanto estavam adormecidos. E fazíamo-los se virarem para a direita e para a esquerda(1). E seu cão tinha estendidas as patas dianteiras, no limiar da caverna. Se tu os houvesses avistado, haver-lhes-ias voltado as costas, fugindo, e haverias ficado cheio de pavor deles.
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(1) Para a preservação de seus corpos contra o apodrecimento, causado pelo contato com o sol da Caverna, Deus evitou-lhes a imobilidade, fazendo-os virarem-se, periodicamente.
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(1) Para a preservação de seus corpos contra o apodrecimento, causado pelo contato com o sol da Caverna, Deus evitou-lhes a imobilidade, fazendo-os virarem-se, periodicamente.
Verse 19
E, assim, como os adormecemos, despertamo-los, para que se interrogassem, entre eles. Um deles disse: "Quanto tempo permanecestes, aqui?" Disseram: "Permanecemos um dia ou parte de um dia." Outros disseram: "Vosso Senhor é bem Sabedor de quanto permanecestes. Então, enviai um de vós à cidade, com esta vossa moeda de prata. E que olhe qual o mais puro alimento, e que deste vos faça vir sustento, e que ele sutilize e que não deixe ninguém perceber-vos."
Verse 20
"Por certo, se eles(1) obtêm poder sobre vós, apedrejar-vos-ão ou far-vos-ão tornar à sua Crença(2). E nunca seríeis, nesse caso, bem-aventurados!"
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(1) Eles: os habitantes da cidade. (2) Retornar a sua crença: adotar a religião pagã deles.
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(1) Eles: os habitantes da cidade. (2) Retornar a sua crença: adotar a religião pagã deles.
Verse 21
E, assim, como os fizemos despertar, fizemo-los descobertos(1) - para saberem que a promessa(2) de Allah é verdadeira e que a Hora é indubitável - quando disputavam, entre eles(3) sua questão; então, disseram: "Edificai, sobre eles, uma edificação. Seu Senhor é bem Sabedor deles." Mas aqueles, cuja opinião prevaleceu, disseram: "Que erijamos, sobre eles, uma mesquita."
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(1) Ou seja, tomarem-se conhecidos dos habitantes cidade. (2) Isto é, para que os habitantes soubessem da veracidade da promessa de Deus, acerca da Ressureiçào. (3) Eles: os habitantes da cidade.
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(1) Ou seja, tomarem-se conhecidos dos habitantes cidade. (2) Isto é, para que os habitantes soubessem da veracidade da promessa de Deus, acerca da Ressureiçào. (3) Eles: os habitantes da cidade.
Verse 22
Alguns(1) dirão: "Eram três, sendo seu cão o quarto deles." E outros dirão: "Eram cinco, sendo seu cão o sexto deles", conjeturando o invisível. E outros, ainda, dirão: "Eram sete e seu cão o oitavo deles." Dize: "Meu Senhor é bem Sabedor de seu número. Não os(2) conhece senão poucos." Então, não alterques sobre eles senão em altercação ligeira, e não consultes, a seu respeito, a nenhum deles(3).
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(1) Referência aos que, na época do Profeta, divergiam do número exato dos Companheiros da Caverna. (2) Os: os Companheiros da Caverna e seu número exato. (3) Deles; os contemporâneos do Profeta, que divergiam a respeito dos Companheiros da Caverna.
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(1) Referência aos que, na época do Profeta, divergiam do número exato dos Companheiros da Caverna. (2) Os: os Companheiros da Caverna e seu número exato. (3) Deles; os contemporâneos do Profeta, que divergiam a respeito dos Companheiros da Caverna.
Verse 23
E não digas a respeito de uma cousa: "Por certo, fá-la-ei, amanhã"
Verse 24
Exceto se acrescentares: "Se Allah quiser!" E lembra-te de teu Senhor, quando O esqueceres. E dize: "Quiçá, meu Senhor me guie ao que é mais próximo que isso, em retidão"
Verse 25
E eles permaneceram, em sua Caverna, trezentos anos, e acrescentaram-se nove.(1)
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(1) O versículo alude ao lado astronômico de que 300 anos solares correspondem a 309 anos lunares. Assim, tanto os árabes quanto os não árabes poderiam ter noção exata do tempo em que lá permaneceram os Companheiros da Caverna, já que os primeiros medem seu tempo segundo o calendário lunar e os outros, segundo o solar.
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(1) O versículo alude ao lado astronômico de que 300 anos solares correspondem a 309 anos lunares. Assim, tanto os árabes quanto os não árabes poderiam ter noção exata do tempo em que lá permaneceram os Companheiros da Caverna, já que os primeiros medem seu tempo segundo o calendário lunar e os outros, segundo o solar.
Verse 26
Dize: "Allah é bem Sabedor de quanto lá permaneceram. D'Ele é o Invisível, dos céus e da terra. Quão bem Ele vê e quão bem Ele ouve! Eles(1) não têm, além d'Ele, protetor algum. E Ele não associa ninguém a Seu julgamento"
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(1) Eles: os habitantes dos céus e da terra, que não têm outro protetor que não Deus.
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(1) Eles: os habitantes dos céus e da terra, que não têm outro protetor que não Deus.
Verse 27
E recita o que te foi revelado do Livro de teu Senhor; não há quem possa alterar Suas palavras. E não encontrarás, além dEle, refúgio algum.
Verse 28
E sê paciente permanecendo com os que invocam seu Senhor, ao amanhecer e ao anoitecer, desejando-Lhe a face. E não afastes deles os olhos, desejando o ornamento da vida terrena. E não obedeças àquele cujo coração tornamos desatento à Nossa lembrança e que segue sua paixão e cuja conduta excede os limites.
Verse 29
E dize: "A verdade emana de vosso Senhor. Então, quem quiser que creia, e quem quiser que renegue a Fé. Por certo, preparamos para os injustos um Fogo, cujo paredão de labaredas os abarcará. E, se pedirem socorrimento, terão socorrimento de água, como o metal em fusão: escaldar-Ihes-á as faces. Que execrável bebida! E que vil recinto de permanência!"
Verse 30
Quanto aos que crêem e fazem as boas obras, por certo, não faremos perder o prêmio de quem bem-faz, em obras.
Verse 31
Esses terão os Jardins de Éden, abaixo dos quais correm os rios; nesses, serão enfeitados com braceletes de ouro, e se vestirão com trajes verdes, de fina seda e de brocado; nesses, estarão reclinados sobre coxins. Que excelente retribuição! E que aprazível recinto de permanência!
Verse 32
E propõe, para eles, um exemplo: dois homens. Fizemos, para um deles, dois jardins de videiras e cercamo-los com tamareiras e fizemos, entre ambos, searas.
Verse 33
Cada um dos jardins deu seu fruto, e nada se lhe diminuía. E, através de ambos, fizemos emanar um rio.
Verse 34
E tinha ele(1) outros frutos(2); então, disse a seu companheiro, enquanto dialogava com ele: "Sou mais que tu, em riqueza, e mais poderoso, em número de pessoas"
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(1) Ele: o dono dos dois jardins. (2) Outros frutos: outras fontes de riqueza.
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(1) Ele: o dono dos dois jardins. (2) Outros frutos: outras fontes de riqueza.
Verse 35
E entrou em seu jardim; sendo injusto para com si mesmo, disse: "Não penso, jamais, que este pereça."
Verse 36
"E não penso que a Hora advenha. E, em verdade, se fora levado a meu Senhor, encontraria, por fim, outro melhor que este"
Verse 37
Seu companheiro disse-lhe, enquanto dialogava com ele; "Renegas Aquele Que te criou de pó, em seguida, de gota seminal, depois, formou-te um homem?"
Verse 38
"Mas eu digo que Allah é meu Senhor, e não associo ninguém a meu Senhor"
Verse 39
"E, entrando em teu jardim, houvesses dito: 'Que seja o que Allah quiser! Não há força senão com a ajuda de Allah!' Se me vês, a mim, menos que tu em riquezas e em número de filhos,"
Verse 40
"Então, quiçá, meu Senhor me conceda algo melhor que teu jardim e, sobre este, envie ruína calculada do céu; então, tornar-se-á em superfície escorregadia."
Verse 41
"Ou sua agua tomar-se-á subtérrea e, jamais, poderás readquirí-la."
Verse 42
E foram devastados seus frutos; então, ele(1) amanheceu meneando as mãos, atormentado pelo que havia despendido nele(2) enquanto o jardim era deitado abaixo, sobre seus tetos, e disse: "Quem dera não houvesse eu associado ninguém a meu Senhor!"
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(1) Ele: o companheiro incréu. (2) Nele: no jardim.
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(1) Ele: o companheiro incréu. (2) Nele: no jardim.
Verse 43
E não houve, para ele, hoste alguma que o socorresse, em vez de Allah, e não foi socorrido.
Verse 44
Aí, a proteção é de Allah, O Verdadeiro. Ele é Melhor em retribuição e Melhor em final feliz.
Verse 45
E, para eles, propõe o exemplo da vida terrena :é como água que fazemos descer do céu, e com ela se mescla a planta da terra; então, esta se torna palha, que o vento dispersa.(1) E Allah, sobre todas as cousas, é Onipotente.
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(1) O versículo coteja a vida à bela plana que germina e se dispersa, com o vento.
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(1) O versículo coteja a vida à bela plana que germina e se dispersa, com o vento.
Verse 46
As riquezas e os filhos são o ornamento da vida terrena. Mas as boas obras, duradouras, são junto de seu Senhor, melhores em retribuição e melhores em esperança.
Verse 47
E um dia, faremos caminhar as montanhas, e tu verás a terra aplanada; e reuní-los-emos(1) e não deixaremos nenhum deles sequer.
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(1) Los: todos os homens.
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(1) Los: todos os homens.
Verse 48
E serão expostos, em fila, a teu Senhor. Ele dirá: "Com efeito, chegais a Nós, como vos criamos, da vez primeira. Aliás, pretendíeis que vos não faríamos um tempo prometido para serdes ressuscitados!"
Verse 49
E será posto o Livro(1) à vista; então, tu verás os criminosos atemorizados do que nele há; e dirão: "Ai de nós! Por que razão este Livro não deixa, nem cousa pequena, nem cousa grande, sem enumerá-la?" E nele, encontrarão presente o que fizeram. E teu Senhor não faz injustiça com ninguém.
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(1) Livro: o registro individual dos atos humanos, durante a vida terrena, o qual. segundo o Alcorão, cada ser humano receberá, no Dia do Juízo.
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(1) Livro: o registro individual dos atos humanos, durante a vida terrena, o qual. segundo o Alcorão, cada ser humano receberá, no Dia do Juízo.
Verse 50
E quando dissemos aos anjos: "Prosternai-vos diante de Adão"; então, eles se prosternaram, exceto Iblís. Ele era dos jinns, e desobedeceu a ordem de seu Senhor. Então, vós tomai-lo e a sua descendência, por aliados, em vez de Mim, enquanto eles vos são inimigos? Que execrável troca para os injustos!
Verse 51
Não os(1) fiz testemunhas da criação dos céus e da terra nem da criação deles mesmos. E não é admissível que Eu tome os desencaminhadores por amparo.
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(1) Os: Iblis e seus descendentes ou os idólatras.
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(1) Os: Iblis e seus descendentes ou os idólatras.
Verse 52
E um dia, Ele dirá: "Chamai Meus parceiros que pretendestes serem deuses." Então, eles os convocarão, e não lhes atenderão; e faremos, entre eles, um vale de destruição.
Verse 53
E os criminosos verão o Fogo; então, pensarão que nele irão cair e, fora dele, não encontrarão refúgio.
Verse 54
E, com efeito, patenteamos, neste Alcorão, para os homens, algo de cada exemplo. Mas o ser humano está, mais que tudo, em contenda.
Verse 55
E o que impediu os homens de crerem, quando lhes chegou a orientação, e de implorarem o perdão de seu Senhor não foi senão a exigência de lhes chegarem os procedimentos de punição dos antepassados, ou de chegar-lhes o castigo, pela frente.
Verse 56
E não enviamos os Mensageiros senão por alvissareiros e admoestadores. E os que renegam a Fé discutem, com a falsidade, para com esta, refutar a verdade. E eles tomaram Meus sinais e o que lhes é admoestado por objeto de zombaria.
Verse 57
E quem mais injusto que aquele a quem são lembrados os sinais de seu Senhor, e ele lhes dá de ombros e esquece o que suas próprias mãos anteciparam? Por certo, fízemo-lhes véus sobre os corações, a fim de o(1) não entenderem e, nos ouvidos, surdez. E, se tu os convocas à orientação, nesse caso, jamais se guiarão.
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(1) O: o Alcorão.
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(1) O: o Alcorão.
Verse 58
E teu Senhor é O Perdoador, O Possuidor da misericórdia. Se Ele os culpasse pelo que cometeram, apressaria para eles, o castigo. Mas terão um tempo prometido, do qual não encontrarão escape algum.
Verse 59
E a essas cidades aniquilamo-las(1), quando foram injustas, e fizemos, para seu aniquilamento, um tempo prometido.
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(1) Alusão às cidades de Thatnud e de Lot, que foram destruídas, por desmentirem seus profetas.
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(1) Alusão às cidades de Thatnud e de Lot, que foram destruídas, por desmentirem seus profetas.
Verse 60
E lembra-lhes de quando Moisés disse a seu jovem servo(1): "Não deixarei de andar, até atingir a junção dos dois mares(2) ou passarei décadas andando!"
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(1) Trata-se de Yucha Ibn Nun. (2) Prevalece o parecer de que estes dois mares seriam o Mediterâneo e o Vermelho, e o local de encontro ficaria na região dos Lagos Amargos e Timsah. Outra opinião aponta o local no encontro do Golfo de Aqabah com o de Suez, no Mar Vermelho.
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(1) Trata-se de Yucha Ibn Nun. (2) Prevalece o parecer de que estes dois mares seriam o Mediterâneo e o Vermelho, e o local de encontro ficaria na região dos Lagos Amargos e Timsah. Outra opinião aponta o local no encontro do Golfo de Aqabah com o de Suez, no Mar Vermelho.
Verse 61
E, quando atingiram ambos a junção dos dois mares, esqueceram seu peixe e este tomou seu caminho no mar, penetrando nele.(1)
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(1) Segundo a tradição islâmica, este episódio ocorreu, quando Moisés, certo dia, ao falar aos filhos de Israel, e ser indagado sobre quem era mais sábio, no mundo respondeu ser ele próprio. Deus, então, censurou-o por não havê-Lo mencionado, e fê-lo saber, em seguida, que havia um homem mais sábio ainda e que poderia ser encontrado na confluência dos dois mares, e, para isso, era necessário que Moisés levasse consigo um peixe, numa cesta, e, onde o perdesse, lá estaria o sábio. E assim foi.
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(1) Segundo a tradição islâmica, este episódio ocorreu, quando Moisés, certo dia, ao falar aos filhos de Israel, e ser indagado sobre quem era mais sábio, no mundo respondeu ser ele próprio. Deus, então, censurou-o por não havê-Lo mencionado, e fê-lo saber, em seguida, que havia um homem mais sábio ainda e que poderia ser encontrado na confluência dos dois mares, e, para isso, era necessário que Moisés levasse consigo um peixe, numa cesta, e, onde o perdesse, lá estaria o sábio. E assim foi.
Verse 62
E, quando atravessaram ambos esse lugar, ele disse a seu jovem servo: "Traze-nos o almoço; com efeito, deparamos fadiga, nesta nossa viagem"
Verse 63
O jovem servo disse: "Viste, quando nos abrigamos no rochedo? Então, por certo, esqueci o peixe, e não me fez esquecê-lo senão Satã. E ele tomou seu caminho no mar. Que admirável!"
Verse 64
Moisés disse: "Isso é o que buscávamos." Então, ambos voltaram, seguindo suas próprias pegadas.
Verse 65
E encontraram um de Nossos servos(1) ao qual concedêramos misericórdia vinda de nós, e ensináramo-lhe ciência, de Nossa parte.(2)
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(1) AI Khidr, conforme atesta a tradição. (2) Segundo alguns exegetas, Deus concedera-lhe o dom da profecia.
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(1) AI Khidr, conforme atesta a tradição. (2) Segundo alguns exegetas, Deus concedera-lhe o dom da profecia.
Verse 66
Moisés disse-lhe: "Posso seguir-te, com a condição de que me ensines algo do que te foi ensinado de retidão?"
Verse 67
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O Outro disse: Por certo, não poderás ter paciência comigo."
Verse 68
"E como pacientar, acerca do que não abarcas em ciência?"
Verse 69
Moisés disse: "Encontrar-me-ás paciente, se Allah quiser, e não te desobedecerei ordem alguma"
Verse 70
O outro disse: "Então, se me seguires, não me perguntes por cousa alguma, até que te faça menção desta cousa"
Verse 71
Então, ambos foram adiante, até que, quando embarcaram na nau, ele(1) a furou. Moisés disse: "Furaste-a, para afogar seus ocupantes. Com efeito, fizeste algo nefando!"
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(1) Ele; AI Khidr, que retirou, com um machado, uma ou duas tábuas da embarcação.
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(1) Ele; AI Khidr, que retirou, com um machado, uma ou duas tábuas da embarcação.
Verse 72
O Outro disse: "Não te disse que, por certo, não poderias ter paciência comigo?"
Verse 73
Moisés disse: "Não me culpes pelo que esqueci, e não me imponhas dificuldade, acima de minha condição"
Verse 74
Então, ambos foram adiante, até que, quando depararam um jovem, então, ele(1) o matou, disse Moisés; "Mataste uma pessoa inocente, sem que ela haja matado outra? Com efeito, fizeste algo terrível!"
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(1) Ele: Al Khidr.
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(1) Ele: Al Khidr.
Verse 75
O outro disse: "Não te disse, a ti que, por certo, não poderias ter paciência comigo?"
Verse 76
Moisés disse: "Se, depois disso, te perguntar por algo, não me acompanhes mais! Com efeito, conseguiste de minha parte uma desculpa."
Verse 77
Então, ambos foram adiante, até que, quando chegaram aos moradores de uma cidade, pediram a seus habitantes alimento, e estes recusaram-se a hospedá-los. Então, aí, encontraram ambos um muro prestes a desmoronar-se, e ele(1) o aprumou. Moisés disse: "Se quisesses, receberias prêmio por isso."
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(1) Ele: Al Khidr.
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(1) Ele: Al Khidr.
Verse 78
O outro disse: "Esta é a hora da separação entre mim e ti. Informar-te-ei da interpretação daquilo, com que não pudeste ter paciência."
Verse 79
"Quanto à nau, pertencia ela a pobres, que trabalhavam no mar. Então, desejei danificá-la, pois adiante deles, havia um rei, que tomava, por usurpação, toda nau não danificada."
Verse 80
"E, quanto ao jovem, seus pais eram crentes, e receávamos que ele os induzisse à transgressão e à renegação da Fé."
Verse 81
"Então, desejamos que seu Senhor lhes substituísse o filho por outro melhor que ele, em pureza, e mais próximo, em blandícia."
Verse 82
"E, quanto ao muro, ele pertencia a dois meninos órfãos na cidade e, debaixo dele, havia um tesouro para ambos; e seu pai era íntegro: então, teu Senhor desejou que ambos atingissem sua força plena e fizessem sair seu tesouro, por misericórdia de teu Senhor. E não o fiz por minha ordem. Essa é a interpretação daquilo, com que não pudeste ter paciência."
Verse 83
E eles(1) te perguntam, Muhammad, por Zul Qarnain(2). Dize: "Far-vos-ei menção dele."
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(1) Eles: OS judeus. (2) Zul Qarnain: possuidor de dois cornos. Nada nos menciona o Alcorão acerca de Zul Qarnain, nem de sua época nem da região que habitou. Aliás, esta é uma característica do Alcorão, que não se prende ao fato histórico, mas a seu significado, para utilizá-lo na exortação. Alguns exegetas, entretanto, afirmam tratar-se de Alexandre Magno, da Macedônia, (embora este parecer não condiga com os fatos, dado que o rei macedônio era pagão, e a personagem alcorânica é crente) que, por haver conquistado os dois lados, o Leste e o Oeste, era conhecido como o possuidor dos dois lados, que a própria coroa representava, na forma de dois chifres.
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(1) Eles: OS judeus. (2) Zul Qarnain: possuidor de dois cornos. Nada nos menciona o Alcorão acerca de Zul Qarnain, nem de sua época nem da região que habitou. Aliás, esta é uma característica do Alcorão, que não se prende ao fato histórico, mas a seu significado, para utilizá-lo na exortação. Alguns exegetas, entretanto, afirmam tratar-se de Alexandre Magno, da Macedônia, (embora este parecer não condiga com os fatos, dado que o rei macedônio era pagão, e a personagem alcorânica é crente) que, por haver conquistado os dois lados, o Leste e o Oeste, era conhecido como o possuidor dos dois lados, que a própria coroa representava, na forma de dois chifres.
Verse 84
Por certo, empossamo-lo na terra e concedemo-lhe caminho de acesso a cada cousa.
Verse 85
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Então, ele seguiu um caminho,
Verse 86
Até quando atingiu o lugar do pôr-do-sol, encontrou este pondo-se numa fonte(1) quente e lodosa, e, junto dela, encontrou um povo incrédulo. Dissemos: "Ó Zul Qarnain! Ou os castigas ou os tratas com benevolência."
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(1) Ou seja, desaparecendo do horizonte, como que mergulhado em água de fonte.
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(1) Ou seja, desaparecendo do horizonte, como que mergulhado em água de fonte.
Verse 87
Disse: "Quanto ao que é injusto, castigá-lo-emos. Em seguida, será levado a seu Senhor; então, Ele o castigará com terrível castigo."
Verse 88
"E quanto a quem crê e faz o bem, terá como paga, a mais bela recompensa. E dir-lhe-emos o que for fácil de nossas ordens."
Verse 89
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Em seguida, seguiu outro caminho,
Verse 90
Até que, quando atingiu o lugar do nascer do sol, encontrou-o nascendo sobre um povo(1), para quem não fizéramos proteção alguma contra ele(2).
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(1) Alusão a um povo descrente, a quem Deus ofereceu a opção do castigo ou do ingresso na religião de Deus. (2) Ele: o sol. Ou seja, este povo descrente não tinha nada que o protegesse do sol: nem construção nem indumentária.
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(1) Alusão a um povo descrente, a quem Deus ofereceu a opção do castigo ou do ingresso na religião de Deus. (2) Ele: o sol. Ou seja, este povo descrente não tinha nada que o protegesse do sol: nem construção nem indumentária.
Verse 91
Assim foi. E, com efeito, abarcávamos, em conhecimento, tudo o que ele possuía.
Verse 92
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Em seguida, seguiu outro caminho,
Verse 93
Até que, quando atingiu um lugar entre as duas barreiras(1), encontrou, para além delas, um povo que quase não entendia língua alguma.
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(1) Parece tratar-se de duas montanhas na fronteira do Turquestão.
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(1) Parece tratar-se de duas montanhas na fronteira do Turquestão.
Verse 94
Disseram: "Ó Zul Qarnain! Por certo, Ya'juj e Ma'juj(1) estão semeando a corrupção na terra; então, poderíamos pagar-te um tributo para fazeres uma barreira, entre nós e eles?"
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(1) Gog e Magog, na transcrição portuguesa: duas tribos selvagens que habitavam atrás destas montanhas, e de onde saiam, periodicamente, para atacar os habitantes vizinhos.
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(1) Gog e Magog, na transcrição portuguesa: duas tribos selvagens que habitavam atrás destas montanhas, e de onde saiam, periodicamente, para atacar os habitantes vizinhos.
Verse 95
Ele disse: "Aquilo, em que meu Senhor me empossou, é melhor. Então, ajudai-me com força, e eu farei um obstáculo, entre vós e eles."
Verse 96
"Dai-me pedaços de ferro." E os foi utilizando na construção, até que, quando nivelou os dois lados das barreiras, disse: "Soprai." E sopraram, até que, quando o fez em fogo, disse: "Dai- me cobre, que, sobre ele, o verterei!"
Verse 97
Então, Ya'jūj e Ma'jūj não puderam escalá-lo e não puderam perfurá-lo.(1)
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(1) Ou seja, Gog e Magog não puderam transpor o obstáculo, entre as montanhas.
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(1) Ou seja, Gog e Magog não puderam transpor o obstáculo, entre as montanhas.
Verse 98
Disse: "Este(1) é misericórdia de meu Senhor. E, quando a promessa de meu Senhor chegar, Ele o fará pó. E a promessa de meu Senhor é verdadeira."
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(1) Este: o obstáculo.
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(1) Este: o obstáculo.
Verse 99
E, nesse dia, deixá-los-emos se agitarem, undantes, uns sobre outros. E se soprará na Trombeta; então, juntá-los-emos, a todos.
Verse 100
ﭱﭲﭳﭴﭵ
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E, nesse dia, exporemos, abertamente, a Geena aos renegadores da Fé,
Verse 101
Àqueles cujos olhos estavam vendados para Minha Mensagem, e nada podiam ouvir.
Verse 102
Os que renegam a Fé supõem que tomarão Meus servos por aliados, além de Mim? Por certo, prepararemos a Geena, como hospedagem para os renegadores da Fé.(1)
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(1) Alusão aos anjos, a Jesus e a Uzair, que os idolatras adoravam, em vez de Deus.
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(1) Alusão aos anjos, a Jesus e a Uzair, que os idolatras adoravam, em vez de Deus.
Verse 103
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Dize, Muhammad: "Informar-vos-emos dos mais perdedores, em obras?"
Verse 104
"São aqueles cujo esforço, na vida terrena, se descaminha, enquanto supõem que eles fazem o bem."
Verse 105
Esses são os que renegam os sinais de seu Senhor e Seu deparar; então, serão anuladas suas obras e, no Dia da Ressurreição, não lhes estipularemos peso algum.
Verse 106
E que sua recompensa será a Geena, porque renegaram a Fé e tomaram Meus sinais e Meus mensageiro por objeto de zombaria.
Verse 107
Por certo, os que crêem e fazem boas obras terão os Jardins de Al-Firdaus(1), por hospedagem;
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(1) Al-Firdaus: etimologicamente, é um vale fértil. No versículo, é o lugar mais elevado do Paraíso.
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(1) Al-Firdaus: etimologicamente, é um vale fértil. No versículo, é o lugar mais elevado do Paraíso.
Verse 108
ﯪﯫﯬﯭﯮﯯ
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Neles, serão eternos e de onde não buscarão mudança.
Verse 109
Dize: "Se o mar fosse tinta para registrar as palavras de meu Senhor, em verdade, o mar exaurir-se-ia antes de se exaurirem as palavras de meu Senhor, ainda que fizéssemos chegar outro igual, em auxílio."
Verse 110
Dize: "Sou, apenas, um mortal como vós; revela-se-me que vosso Deus é Deus Único. Então, quem espera pelo deparar de seu Senhor, que faça boa ação e não associe ninguém à adoração de seu Senhor."
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